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Crunchyroll exibirá o anime adulto Hoshizora e Kakaru Hashi

5 de abr. de 2011

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O site distribuidor Crunchyroll anunciou que exibirá o anime Hoshizora e Kakaru Hashi, baseado no game para adultos da Feng. O anime será intitulado Hoshizora e Kakaru Hashi e está marcado para ser lançado no Japão no dia 13 de abril. A série será disponibilizada 30 minutos mais tarde depois da transmissão no Japão, para os que tiverem conta premium para todo mundo. Exceto os seguintes lugares: Japão, Hong Kong, Macau, Taiwan, Coréia, Andorra, Bélgica, França, Luxemburgo, Monaco e Suíça.

O game original conta a história de Kazuma Hoshino, um garoto no qual a família se muda para uma nova cidade para o bem da saúde de seu irmão mais novo. Kazuma se perde no caminho para a nova escola, mas ele encontra uma garota chamada Ui Nakatsugawa, que se transforma em sua guia. Enquanto Kazuma está indo a caminho da escola, ele acidentalmente cai em cima de Ui e a beija. A melhor amiga de Ui, chamada Ibuki Hinata, vê o beijo acidental. No trajeto, Kazuma ainda encontra a filha de uma sacerdotiza chamada Madoka Komoto, uma outra garota do terceiro ano da escola chamada Tsumugi Todo, e a irmã mais nova dela chamada Koyori.

O anime foi lançado em dezembro e 2010, dirigido por Takenori Mihara e o estúdio Dogakobo(o mesmo de 11 eyes, KoihimeMuso, Myself ; Yourself). Esta foi mais uma das diversas séries anunciadas pelo Crunchyroll através do aplicativo para iPhone e iPAd.

Fonte: Rádio Animix

Nana, é o novo triunfo da programação da MTV Brasil

22 de mar. de 2011

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Em sua nova programação divulgada na última quarta-feira, a MTV Brasil revelou que exibirá o anime da série baseada na obra de Ai Yazawa, Nana.  Produzido em 2006 pelo estúdio Madhouse, o anime possui 47 episódios, além de dois longa-metragens live-action dirigidos por Kentaro Otani lançados respectivamente em 3 de Setembro de 2005 e 9 de Dezembro de 2006.

 

Não há uma data específica para a estreia, porém tudo indica que deve ser exibida ainda neste primeiro semestre.

 

Nana, é um mangá shoujo publicado na revista Cookie, pela Shueisha, e retrata a estória de duas garotas de diferentes personalidades, ambas chamadas Nana, que acabam se tornando amigas "por obra do destino".




Komatsu Nana é uma jovem comum; gosta de sair para fazer compras, conversar e namorar. Seu jeito infantil e dependente faz todos ao seu redor se aproximarem e se preocuparem. Seu sonho é viver com seu namorado e conquistar a tão sonhada independência.




Oosaki Nana é uma jovem incomum; dona de uma voz poderosa e de um estilo gótico-punk, sua beleza a destaca em meio a multidão. É vocalista de uma banda de punk rock e seu objetivo é se mudar para a capital japonesa e viver de sua música lá.




As duas se encontram pela primeira vez em um trem que segue em direção à Tóquio, iniciando uma trama recheada de amores, sonhos, decepções, descobertas e amizades.

 

Não é a primeira vez que a emissora musical investe em anime, já tendo exibido produções como Afro Samurai e Desert Punk, do estúdio Gonzo, em 2007. Na época, as séries foram exibidas com áudio original e legendas em português.

 

Fonte: ANMTV

Os animes mais esperados para o mês de abril

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O provedor de serviços de internet do Japão BIGLOBE anunciou em seu site o resultado dos mais esperados com estreia em abril na TV japonesa. A pesquisa não é oficialmente do BIGLOBE, mas sim de um usuário do site do provedor chamado Kuraaku, que diz que a pesquisa foi feita para as pessoas que não aguentam esperar pela pesquisa oficial.



















































































































































































































































PosiçãoTítuloVotos
1Gintama'565
2Aria the Scarlet Ammo506
3The World God Only Knows Segunda Temporada424
4Denpa Onna to Seishun Otoko250
5Steins;Gate245
6Hana-Saku Iroha189
7Seikon no Qwaser II161
8Blue Exorcist151
9Maria Holic Alive136
10Nichijou125
11Dog Days123
12Astarotte no Omocha!115
13A Channel115
14Ano Hi Mita Hana no Namae o Boku-tachi wa Mada Shiranai.94
15C90
15Deadman Wonderland90
17Gyakkyō Burai Kaiji: Hakairoku-hen81
18Hoshizora e Kakaru Hashi70
19Sket Dance68
20Hyouge Mono64
21X-Men62
22Toriko56
23Ore-tachi ni Tsubasa wa Nai54
24Hen Zemi52
25Sekai-ichi Hatsukoi45
26Fireball Charming44
27Tiger & Bunny41
28Yondemasuyo, Azazel-san40
28Pretty Rhythm Aurora Dream40
2830-sai no Hoken Taiiku40
28Tono to Issho: Gantai no Yabō40
28Sofuteni40
28Ring ni Kakero 1: Sekai Taikai-hen40
28Tottoko Hamtarō Dechu40
28Jewelpet Sunshine40
28Metal Fight Beyblade 4D40
28Happy Kappy40
28Dororon Enma-kun Meeramera40
28Showa Monogatari40
28Suzy's Zoo Daisuki! Witzy40
28Honto ni Atta! Reibai-Sensei40
28Hato no Oyomesan40
28Pū-Neko40
28Rinshi!! Ekoda-chan40
28Weekly Shima-Kō40
46Sengoku Otome ~Momoiro Paradox~34
47Yu-Gi-Oh! Zexal17

Fonte: Rádio Animix

Arrietty é o Melhor Longa Animado do Ano

21 de fev. de 2011

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Na última semana o anime Karigurashi no Arrietty, baseado na obra literária conhecida por aqui como Os Pequeninos, ganhou o prêmio de melhor longa animado do ano na 34ª edição do Japan Academy Prizes.

Já era meio obvio que a mais recente produção do aclamado estúdio Ghibli seria o grande vencedor, já que concorria com as animações Doraemon: Nobita’s Mermaid Legend, Detective Conan: The Lost Ship in The Sky e One Piece: Strong World. Mesmo com qualidade, essas produções não costumam ser bem vistas por críticos de cinema, já que tratam-se dos longas anuais baseados nas respectivas séries de tv.

É bom lembrar que apesar de ser produzido pelo Ghibli o longa não foi dirigido por Hayo Miyazaki e sim por Hiromasa Yonebayashi.

A título de curiosidade, algumas distribuidoras nacionais já demonstraram interesse no longa, ou seja, poderemos ter boas expectativas quanto à chegada do filme ao Brasil. Só esperamos que em caso positivo, a novela Ponyo não se repita.

Fonte: Jbox

Adultos São o Maior Público de One Piece

14 de fev. de 2011

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Apesar de Eiichiro Oda já ter declarado que faz One Piece pensando prioritariamente no público infanto-juvenil, uma pesquisa divulgada pelo canal japonês NHK veio pra contrariar o mangaká.

Segundo dados levantados, 88% das pessoas que acompanham as aventuras de Ruffy são adultas ( porque será né? a imagem acima da uma noção kkkk), sendo que: 43% têm entre 19 e 29 anos; 32% tem entre 30 e 49 anos; 13% já estão acima das 50 primaveras e apenas 12% tem até 18 anos.

Isso prova que no Japão mesmo com o passar dos anos o público de quadrinhos não abandona o gosto pela leitura do material, coisa bem diferente do que acompanhamos por aqui, quando esse tipo de hobby geralmente é uma “fase”.

Por outro lado a baixa taxa de leitores adolescentes mostra que a atual geração de japoneses anda se afastando dos mangás, talvez graças a outras formas de entretenimento, principalmente as eletrônicas.

Fonte:  Jbox

Mangá: O Grande Guia dos Formatos

6 de fev. de 2011

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No Japão os mangás geralmente não são lançados em formato livro logo de cara. Imitando o estilo europeu, os quadrinhos por lá são primeiramente serializados em “revistas” (em japonês pode-se chamar de anthology ou magazine). Cada revista é voltada para um público ou um tema em específico.

Existem centenas delas, cada uma com sua periodicidade (mensal, semanal, semestral, etc), estilo, preço e encardenação, mas normalmente são do tamanho de uma lista telefônica com muitas páginas. O papel usado é horrível, do tipo jornal, a impressão é pobre e fraca, muitas possuem o conteúdo separado por cores (o capítulo vem todo de um tom azul, vermelho, verde, etc) – embora existam algumas revistas mais bem feitas e com melhor material, é algo raro. Essas publicações trazem capítulos de diversas séries, especiais, entrevistas ou o que der vontade. Muito comumente acompanham brindes.

Essas revistas são produzidas por editoras que por sua vez podem possuir “marcas” que são usadas por toda uma linha de títulos. Como a JUMP (da editora Shueisha) que possui as variedades: Jump SQ, Shounen Jump, Young Jump, Super Jump, Ultra Jump, entre outras. As próprias revistas podem ter várias versões, a Shounen Jump, por exemplo, já teve uma mensal (monthly) e atualmente conta com a semanal (weekly). Há também versões ocidentais dessas revistas, como a Jump americana da Viz.

Existe entretanto revistas de outros tipos que lançam um ou outro mangá além do seu conteúdo normal, como é o caso de Paradise Kiss (da Conrad) serializado na Zipper (revista de moda) e alguns mangás na SPA! (revista de negócios, cultura e entretenimento). Ou são apenas yomikiris e podem nunca ver versão encadernada, um exemplo de uma revista que lança isso é a Gothic & Lolita Bible (revista de moda e cultura).

Geralmente os autores fazem contratos com as editoras e passam a ser exclusivos daquela empresa. Dessa forma é muito comum cada revista ter seu “elenco” de autores e ilustradores que atrai o público. Isso é claro não é uma regra, muitos autores como o grupo CLAMP, escolhem aquela revista que lhe oferecer melhores vantagens, sua fama lhes permite isso. Esses autores independentes podem ser chamados de “freelancer”.

Existe também mangakás que vão além, alguns começam a lançar mangás em outros países, às vezes em japonês, às vezes em outra língua (como inglês e francês). Um caso desses é o Jiro Taniguchi (autor de Seton, O livro do vento e Gourmet).

Caso a obra publicada na revista tenha feito sucesso o bastante e tenha páginas o suficiente, ganha uma edição encardenada. Quando a história não tem tamanho o bastante, é lançado alguns extras ou bônus (como imagens, rascunhos, etc). Um bom exemplo de histórias pequenas demais é PxP e Wanted (ambas da Panini). Também é comum que isso aconteça no último volume (como em Samurai X da JBC). Em alguns casos é lançado um tamanho pequeno mesmo, mas é mais raro.

Mas existe obras que nunca recebem um encadernamento. Outras só são lançadas anos depois, caso o autor venha a se tornar famosinho.

Os encadernados japoneses normalmente imitam livros, ou seja, possuem orelhas, contra-capas e aquela capa de proteção (em alguns vira um plástico ou não tem). O que altera de um formato para o outro é o número de páginas, tamanho, se é ou não relançamento e qualidade.

Antes de listar alguns formatos, algumas considerações:

Vocês vão ver que alguns são “bon” e outros “ban”, mas por quê? “Bon” vem da palavra Hon e significa livro. “Ban” vem da palavra Han e significa edição. Tankoubon é um nome bem genérico para o formato livro, já os demais são edições especiais específicas, geralmente relançamento de um tankoubon. Entenderam?

Outro detalhe desconhecido por aqui: no Japão eles raramente chamam apenas “Kanzenban” (por exemplo), eles colocam no final das “edições” a palavra “comics” (sim, em inglês mesmo). Todavia como os americanos não usam isso, por aqui também não pegou. Mas que fique subentendido que cada “ban” na verdade é uma “edição de quadrinhos”. Inclusive revistas e editoras às vezes têm os “comics” no nome também (a caráter de curiosidade).

Continuando, então… Vamos conhecer alguns formatos de encadernados:

O primeiro e mais famoso, o tankoubon, trata-se de uma compilação com cerca de 160~200 páginas, costuma ter o tamanho de um livro de bolso (mais ou menos 13x18cm). Os japoneses utilizam a palavra tankoubon para outros livros além de mangás (livros estes de apenas um volume), mas no exterior o uso da palavra remete a um volume de mangá (ou até manhua, manhwa, etc).

No fundo o tankoubon é uma classificação livre quando usada para os mangás, embora possua o padrão acima citado, não é incomum que séries possuam quase 300 páginas ou tamanhos maiores (tipo A5). É apenas uma nome genérico para um volume, nada de especial ou grandioso.

Algumas pessoas gostam de falar “tankouhon“, pois fiquem sabendo que isso é erro gramatical de americano que usa tradutor do Google. De acordo com as leis ortográficas japonesas, que sinceramente não vou ficar explicando a não ser que alguém aí realmente faça questão, a única variante possível é tankoubon.

Existe também o wideban, waidoban (é a escrita literal, mas tem gente que escreve assim por aí), formato maior que um tankoubon, geralmente próximo ao A4, mais raramente A3 (lembrando que quanto menor o número maior a área do papel, ou seja, A3 é maior que A4 ), pode ter a mesma quantidade de páginas que um tankoubon ou mais, caso seja um relançamento de um mangá já serializado, normalmente tem melhor qualidade. O nome wideban vem da palavra “Wide” (largo em inglês).



Por aqui tivemos um exemplo desse formato, Nausicaä da Conrad. Pela imagem acima você pode ver que se trata do formato original.

O kanzenban, edição de luxo, é um formato normalmente com mais páginas que o tankoubon, maior qualidade e páginas coloridas, mais completo. A palavra Kanzen significa completo ou perfeito. Infelizmente no ocidente fãs começaram a usar a palavra “Kazenban” que não existe!

No Brasil, graças a editora Conrad, nós conhecemos uma versão em kanzenban que por aqui foi traduzido para “edição definitiva”: Dragon Ball. Tentei descobrir sobre Vagabond, mas não encontrei a série em japonês em nenhum outro formato, então não posso confirmar nada. Quem adquiriu Dragon Ball deve lembrar as páginas coloridas e a qualidade das impressões, típicas do kanzenban.

Bunkoban, bunko para os íntimos, é uma copilação com mais de 200 páginas, normalmente se tratando de um relançamento, costuma ter o tamanho de um livro de bolso ou menor (tipo A6). Geralmente o número de volumes da série diminui quando convertida para o formado bunkoban. Bunko significa coleção, ou seja é uma versão para você guardar/colecionar ou para resgatar uma série antiga.



Compare os bunkobans de Ranma ½ e Yu-Gi-Oh!. Pode notar que acima a coleção completa tem menos volumes e capa diferente da versão tankoubon que temos aqui no Brasil.

E aqui vem um parênteses: os americanos desinformados começaram a escrever bunkobon (para combinar com tankoubon?). A questão é que ambos significam coisas diferentes no Japão. O “ban” é uma edição para colecionar, o “bon” são livros (parecidas com os nossos livros de bolso) geralmente de romances, costumam ser versões mais simples e baratas. Ou seja, não são sinônimos.

Aizouban, edição de colecionador, geralmente com maior qualidade, muitas páginas, bem mais caro e com edições limitadas. O nome significa edição de amor ou edição favorita.



Observe a grossura do volume acima. Essa série, Orpheu no Mado, é de 1975, originalmente possuia 18 volumes que foram condensados em 4. Ou seja, imagine que cada volume tinha duzentas páginas inicialmente, o aizouban teria aproximadamente 900 páginas cada. É imenso.

Por fim, shinshouban, é uma versão “remodelada”, shinshou indica algo que foi alterado. Geralmente possui capa nova, novos extras, páginas coloridas, material inédito (como rascunhos), reorganização de capítulos, até novas páginas no mangá, redesenhamento de algo, correções e coisa assim. Basicamente qualquer coisa que faça o pessoal comprar de novo. Parece aqueles filmes “com adição de inéditos 3 minutos!” ou “remasterização digital!”. No fundo tem as mesmas características de um tankoubon, é só uma edição nova lançada depois de algum tempo, por isso é muito difícil de se ouvir falar sobre essa aqui, o pessoal chama só de tankoubon.



A imagem de cima exemplifica o caso de Gourmet, lançado pela Conrad. A primeira edição de 1997 era um tankoubon normal, tamanho A5, 201 páginas. A segunda edição é de 2000, tem tamanho A6 (aproximadamente) e 217 páginas, ou seja é um relançamento mais caprichado e em formato de bolso. A terceira de 2008 foi novamente em tamanho A5, 205 páginas, foi revisado e recebeu nova arte na capa, logo um shinshouban.

Shinshoubans são muito comuns no Japão, os grandes sucessos vivem voltando para as livrarias de tempo em tempos. É muito comum que façam essas novas edições em comemoração de aniversário da série ou ainda pós-morte do autor. Às vezes para estimular a compra da nova edição são lançados capítulos extras ou breves extras em revistas. Gourmet, o caso acima, por exemplo, teve uma “yomikiri” (veja lá embaixo) especial e inédita lançada em comemoração do aniversário da série e mais uma um ano depois. Com o tempo esses extras podem vir a serem adicionados numa próxima edição.

Embora raro, os volumes podem acompanhar brindes e penduricalhos. Um brinde especial são os OAD (Original Animation DVD), um tipo de OVA (Original Video Animation), um filme ou um curta, que acompanha o mangá. Desde 2008 esse “brinde” tem ganhado popularidade e ultimamente chove OAD nos mangás.

Além dos formatos que são classificados de acordo com o acabamento e dados físicos, existe outras classificações mais gerais. São classificações para tipo de história ou capítulo:

One-Shot, do inglês “de uma vez”, é uma expressão tipicamente americana para pequenas histórias de poucos capítulos. Essa nomenclatura é utilizada para quadrinhos com apenas um volume ou um capítulo, sendo ambas corretas. No Japão, essas histórias de apenas um capítulo são chamadas de “Yomikiri”. Embora muito usado no Brasil por influência americana, tal nomenclatura não é usual no Japão.

Os yomikiri, que significa “aquilo que você termina de ler em um episódio”, são pequenas história de capítulo único. É possível encontrar também na forma de acrônimo, “Yoki”. Às vezes um curta desses podem vir a ganhar continuação com outro pequeno curta ou até um mangá. Quando isso acontece chamamos o yomikiri de “piloto” (capítulo inicial). Apesar disso, normalmente não tem continuação. Comumente um mangaká inicia sua carreira com um yomikiri, geralmente em concursos de revistas.

As yoki são muito comuns em revistas e bem exploradas no Japão. Em especial os estilos mais sexuais (Boy’sLove, Hentai, Yuri) utilizam muito este formato. Algumas revistas também têm curtas especiais, onde personagens de várias obras são juntados numa só história, a JUMP, por exemplo, adora fazer isso.

Além disso, alguns mangakás costumam interligar yokis, ou seja, criam uma história que une algumas dessas yomikiris inicialmente desconexas. Na verdade isso é muito comum, por causa disso essa “linha” de histórias fica com uma caraterística interessante, emboras conectadas, podem ser lidas separadamente e, muitas vezes, em ordens diversas. Mas ao mesmo tempo pode ser negativo, já que não existe um roteiro claro entre elas.

O piloto é uma pequena história que visa apresentar uma nova ideia para um mangá. Nem sempre um piloto é bem aceito, logo o mangá não é lançado. Um piloto pode ser um prólogo, uma história paralela, ainda uma amostra do tema ou propaganda. É comum que muitos desses pilotos sejam bem diferentes do mangá em si. Um one-shot que faça sucesso pode ganhar continuação se tornando assim um piloto. No fundo um piloto é uma yomikiri especial.

A Shueisha por exemplo, é uma empresa que adora fazer pilotos. Dê uma procurada nos da sua série favorita da JUMP, você verá que existe aqueles com cara de Yoki continuada e aqueles que são muito diferentes e superficiais.

Esses prólogos podem ou não serem encardenados junto com os volumes. Se a história continuou dele, mesmo que um pouco diferente, ela é inclusa no volume como prólogo ou capítulo zero. Às vezes você nem percebe a diferença e passa o resto da vida sem saber que o primeiro capítulo era um piloto. Se é muito diferente, então é mais difícil de ser encardenado. Pode vir a ser incluido em algum volume para completar o número de páginas requerido, como foi o caso de Berserk, já traduzido pela Panini.

Doujinshi, DJ ou Doujin, são histórias, geralmente curtas, feitas por um autor independente (não são lançados em revistas comerciais, são produzidos e impressos pelo autor). Normalmente são baseadas em algum mangá ou obra já existente, mas podem ser também doujinshis originais. São bancados e produzidos por japoneses obrigatoriamente. Quando alguém não-japonês faz um DJ acaba sendo chamado de Fanzine. Um tipo famoso de doujinshi são os Yaoi, embora erroneamente tenham virado sinônimo de Boy’s Love (que é a versão de revista). Para quem quer saber mais, a Panini num volume de Princess Princess falou sobre isso (sei que é velho, mas foi um dos melhores textos que já li do assunto).

Um doujinshi de sucesso pode vir a ser famoso e chamar a atenção de editoras, tendo até remodelamento e capítulos em revistas. Embora oficialmente ele deixe de ser um doujinshi pela definição, é comum que se continue chamando de doujin para especificar que a história nasceu dessa forma. Um exemplo perfeito é o mangá Afro Samurai, da mesma Panini.

Artbook é um livro de imagens e ilustrações de um determinado autor ou obra, pode ser tanto de algum mangá, quanto anime, jogos e até original. Às vezes apenas com imagens, outras com várias informações ou verdadeiras enciclopédias (podendo ser chamados de fanbooks também). Não é muito incomum serem acompanhado de perfil dos personagens, listagem de volumes/episódios, rascunhos e “making-of” (chamado de Guidebook).

Alguns artbooks podem ter yomikiris ou light novels dentro, neste caso é muito comum ser chamado de “gaiden” (algo como complemento). Esse complemento costuma ser sobre histórias paralelas, finais paralelos, passados de personagens não explorados no mangá. Sendo assim embora seja parte da trama original, são apenas extras que não o influenciam. Por causa da quantidade de yokis dentro do volume, pode ser chamado de “Antologia” também, sobre este vou explicar mais a baixo.

Artbook não é uma categoria exata (inclusive no Japão), alguns diferenciam e segmentam os artbooks de acordo com conteúdo e qualidade, outros generalizam. Por isso, às vezes a palavra “artbook” se limita a uma coleção de imagens de ótima qualidade. No fundo os japoneses usam vários algo-book de acordo com o conteúdo desse volume.

No Brasil nos experimentamos alguns fanbooks/guidebooks, mas em formatos mais “baratos”, alguns até em formato tankoubon como Death Note 13.

Adendo, Light Novels, ou só novels, não é um formato, mas já que citei ali em cima decidi falar sobre. São romances, livros, geralmente ilustrados. Existem muitas light novels que geram mangás e animês, assim como animês e mangás que viram light novels. Às vezes existe uma ordem cronológica de tempo entre as versões de mangá e novels, completando um ao outro. Outras vezes são paralelas, sendo a mesma história contada em versões diferentes. Alguns exemplos de novels que são continuações: as de Gravitation e Tarot Café (ambas da NewPOP). Já os que geram mangás e animês temos Guin Saga, Full Metal Panic, Trinity Blood e Bem-vindo à NHK (todos mangás da Panini). Existem os que são versões da mesma história como Code Geass.

O 4-Koma (Yon-koma), “tirinha” japonesa, trata-se de um conjunto de 4 celas na vertical, normalmente satirizando uma obra. Cada conjunto de cela pode possuir um título. Às vezes um mangá pode ser feito todo em 4-koma, cada conjunto de celas funcionam como um “ato”, sendo a história, então, formada por diversos atos em volta de um mesmo grupo de personagens. É comum que a primeira cela de um capítulo/obra pode vir com na verdade 5 celas. Uma cela maior equivalente a metade da página e, abaixo dessa, as quatro celas arranjadas em duas colunas de 2. Um exemplo de 4-Koma por aqui é Hetalia (a NewPOP lançou um texto no site deles sobre isso).

Vou aproveitar e falar de omake. Omake significa extras (não necessariamente de mangá), raramente aparecem nas revistas, são “enche-páginas” dos volumes. Omakes comuns são os 4-komas satirizando a obra, os diários dos autores e os pósfacios.

As antologias são coletâneas de yomikiris. As mais comuns são as por tema ou por autor. Existem também séries de antologias, essas ou são realmente volumes numerados com as obras (como as antologias de Code Geass e Arcana), ou um conjunto de coletâneas que acabam recebendo um nome (como o Watase Yuu Masterpiece Collection).

No fundo o nome antologia significa “grupo de obras”, por isso as revistas também podem ser chamadas de antologia. No caso os “híbridos”, revistas de muita boa qualidade e colorida, que mistura um artbook e uma revista, são geralmente chamado apenas de antologia em vez de revista. Resumindo antologia é sempre uma qualidade melhor se comparado às revistas.

Não podemos esquecer que além de todos esses ainda contamos com os nossos formatos:

Meio-tanko“, de Meio-tankoubon, é um nome típico brasileiro. É um termo com pouco mais de 10 anos, quando as editoras brasileiras começaram a lançar suas obras num formato similar a metade de um tankoubon. Essa prática, muito usada ainda, é um artifício para diminuir os custos unitários do volume. Como um volume original é dividido ao meio, uma nova capa inédita tem que ser criada, esta geralmente é a da segunda metade, dos volumes de número par. Às vezes o conteúdo original dos volumes é um pouco alterado e melhor equilibrado, chegando a ter casos de um volume extra se formar. Algo como de 3 volumes, formam-se 7 meio-tankos.

Aí temos também o nosso tankoubon, a diferença entre o nosso e o japonês é que para nós ser tankoubon tem a ver com ser como o original. Geralmente apenas no quesito páginas, descartandos o tamanho. Ou seja, é o número de páginas do volume original japonês. Então dizemos ser um tankoubon, como se fosse sinônimo de volume de mangá.

O formato “comic” foi uma prática utilizada nos primeiro mangás que despontaram no Brasil. Nas tentativa de seduzir o público “comic” a comprar as obras, tais eram espelhadas e rearranjadas para o sentido de leitura ocidental. As onomatopeias também eram totalmente traduzidas e os nomes muitas vezes adaptados. Além disso muito comumente a obra era lançada por capítulos. Um ótimo exemplo é Dark Angel (da Mythos).

Fanzine, de fanatic magazine ou Fan’s Magazine, é o termo inglês para produção feita por um fã, sem tamanho ou número de páginas característicos. Normalmente pequenas histórias sobre o mangá ou anime preferido. Seria a versão ocidental dos Doujinshis.

E fim? Sinto dizer, mas não. Ainda tem um nicho que não explorei. Os quadrinhos onlines!

Existem dois tipos básicos, o estilo japonês e o coreano. No Japão existe certas “revistas virtuais” como a Web Spika da Gentosha. O formato e estilo lembram as páginas impressas, mas digitais. É como ler online um mangá de scanlator. Alguns desses webmangá até são compilados em volumes. Alguns autores, após a série ser cancelada, continuam a mesma online. Existe também os que fazem com o formato 4-koma (como Hetalia, que é online) e os que fazem num tamanho e dimensão diferente do tankoubon. É muito comum serem coloridas ou pelo menos feitas com mais de um tom (exemplo, tom preto, vermelho e azul), mas preto e branco continua predominante.

O estilo coreano é um pouco mais esquisito. Nesse não existe páginas, é uma longa imagem, a largura é padrão do site, mas o comprimento varia. Conforme você vai rolando para baixo a história vai aparecendo e acontecendo. Cada imagem dessa equivale a um capítulo. Não existe exatamente um limite vertical, mas os capítulos geralmente não são tão longos.

Alguns desses tem um aspecto muito parecido com tirinha, outros já são inovadores. Aproveitando as características do estilo, alguns autores começaram a trabalhar as imagens de forma diferente. O senso de movimentação conforme você movimenta a imagem chega a ser cinematográfico. Lembra aquelas tiras antigas de filme em que você vê quadro a quadro. Outro ponto explorado é a surpresa. O fato de você não ver aquilo que vai ler num instante causa um maior susto no leitor. Ainda, existe aqueles que quase aboliram os quadros, tendo cenas que se relacionam uma com as outras, numa ligação sem fim. É um estilo muito exótico e ao mesmo tempo muito promissor se bem feito (e se você conseguir ler em coreano).

Existe sites especializados nesse tipo de coisas, como a Naver, Paran Media e Daum. Existe (pelo menos da Daum) uma versão impressa, mas não sei como ocorre a adaptação do tipo web para o papel. Na Coreia esse tipo de comic expandiu muito e virou uma forma alternativa dos autores começarem sua carreira. Algumas séries são famosíssimas e chegam a mais de 500 capítulos. Caso queira ver exemplos, dê uma conferida em Magician e Lost.

E é isso, fim. Antes, um comentários sobre a “romanização” (ato de se transcrever o japonês para o nosso sistema de escrita), no meu texto usei a “oficial” (a mais comum) brasileira, que basicamente se escreve respeitando como eles escrevem mesmo, não como se fala. É comum os fãs também estarem acostumados como a americana simples, onde todos os “ou” viram “ō”. Por ser difícil de fazer esse tipo de sinal gráfico (e como os americanos consideram os acentos algo inútil), o pessoal passou a simplesmente ignorá-los. Então de tankōbon surgiu coisas como tankobon (mesmo com mahō, shōjo, shōnen).

Por último quero lembrar os leitores que muita coisa não tem uma definição exata ou tem mais de uma (como tankoubon). Muitas também são super complexas ou palavras criadas por fãs. Por isso as informações podem variar dependendo da fonte de informação. Para classificar preferi usar as categorias listadas na Wikipédia japonesa, mas até aí não deixa de ser Wikipédia, mas é melhor que site americano (XD).

Fonte: JBOX

Naruto: Informações sobre o longa metragem

24 de dez. de 2010

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Semana passada, a distribuidora japonesa TOHO anunciou que em 2011 iria lançar o oitavo longa metragem de Naruto. Recentemente foi divulgado um vídeo sobre o filme. Confira:






 

A direção será de Masahiko Murata, que já dirigiu episódios de Naruto e Naruto Shippuden, assim como os dois últimos filmes (Naruto Shippuden 3: Inheritors of the Will of Fire e Naruto Shippuden 4: The Lost Tower).

Fonte: ANMTV

Ano Hana é o novo anime original da Aniplex

13 de dez. de 2010

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A produtora Aniplex em parceria com o estúdio A-1 Pictures e a emissora Fuji TV, anunciaram a criação de um novo projeto chamado Anohana Project. O projeto é um anime original que será transmitido no horário Noitamina da Fuji TV, e teve apenas uma imagem divulgada.

Aqueles que querem ganhar um prêmio e receber mais informações sobre a produção, só precisam acessar o site oficial da animação e preencher um tipo de jogo da velha com o nome da série, que é Ano Hana - Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai (Aquela Flor – Nós ainda não sabemos o nome daquela flor que vimos naquele dia). Mas tem que ser preenchido em Kanji, como a imagem abaixo:





No dia 30 de dezembro, após a transmissão do último episódio de Shiki, mais informações sobre o anime serão divulgadas.


Fonte: AnimeBlade, AnimesCenter

Novo anime para o outono japonês

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O ano ainda nem acabou e a produtora Sunrise já tem uma novidade. A produtora anunciou o desenvolvimento de um anime chamado Phi Brain: Kami no Puzzle para o outono japonês.

O anime, que terá 25 episódios, conta a história sobre como o estudante Kaito, um garoto que adora quebra-cabeças, e seu amigo de infância Nohona, que um dia encontram um quebra-cabeça impossível de ser resolvido, chamado quebra-cabeça filosofal, no subterrâneo perto da escola. Porém, quando Kaito consegue resolvê-lo, se torna um "Solver" e junto com Nahona e outros "Solvers", procura os outros quebras filosofais espalhados pelo mundo.

A direção do anime fica a cargo de Junichi Sato, responsável por Kaleido Star, Princess Tutu e Tamayura. O show será co-produzido pela rede de televisão NHK para ser transmitido no canal educacional da NHK.

Fonte: Rádio Animix

Anibahia 2010: O maior evento de animês e mangás da Bahia

3 de dez. de 2010

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Sobre o evento cultural Anibahia

A região nordeste reúne um grande número de fãs de animês e mangás. No entanto, poucos Estados possuem grandes eventos para os fãs do gênero.

Para suprir este nicho pouco explorado e agradar os fãs de animê e mangá da região, a empresa Yamato Comunicações e Eventos - conhecida por realizar o maior evento do gênero no continente (Anime Friends), realizou em 2007 a primeira edição da convenção Anibahia.

O Anibahia nasceu com uma estrutura e um planejamento todo especial, para ser o maior evento de cultura pop japonesa do Estado da Bahia.

Atrações especiais do Anibahia 2010

- AnimEstúdio: Acompanhe uma palestra de dublagem com o ator Hermes Baroli, que faz a voz do Seiya (Os Cavaleiros do Zodíaco), Joe (Digimon), Leiga, o Rei Karla (Shurato), Ciclope (X-Men Evolution), Liu Kang (Mortal Kombat), Mako Tsunami (Yu-Gi-Oh!) e Finn (Glee)

- Press Start: Mini-Evento de games onde o público participa de campeonatos de videogames com seus jogos favoritos. Destaque para a presença dos consoles de última geração, PlayStation 3 (Sony) e Wii (Nintendo).

- YCW (Yamato Cosplay World): Seletiva para este que é um dos maiores concursos de cosplay do mundo. Cosplay é o nome dado para fantasias de que pessoas fazem dos seus personagens favoritos de desenhos e seriados.

- Concurso de Animekê: Espaço onde o público canta os temas dos seus desenhos, séries e games preferidos em um karaokê.

- Hironobu Kageyama: É o cantor original de mais de 800 músicas relacionadas a trilhas de animês (animações), tokusatsus (séries de super-heróis japonesas com efeitos especiais). Estreou em 1985 com “Changeman” e estourou em 1987 com a abertura de “Dragon Ball Z”. Recentemente criou o grupo vocal Jam Project e dentre seus maiores sucessos destaca-se “Os Cavaleiros do Zodíaco”.

Hiroshi Kitadani: Ficou mundialmente famoso como cantor do tema do desenho “One Piece”, um dos animes de maior audiência no Japão. Sua história de sucesso começa em 1994 quando fez parte como vocalista do grupo Stagger onde gravou três álbuns e gravou temas de comerciais de TV. Também esteve no Lapis Lazuli que produziu quase todas as músicas do famoso jogo “Guilty Gear X”.

Outros destaques do evento

- Anime Quiz: Jogo de perguntas e respostas, onde grupos de fãs participam de gincanas, como ocorre em um reality show. Este ano teremos um especial temático com perguntas sobre jogos de videogames.


- Estandes de vendas e institucionais: Espaço da feira destinada a venda de produtos artesanais (chaveiros, pôsteres, camisetas) ou divulgação de marcas.

- Exibição de vídeos: Realizadas nas salas de aula, consiste em exibir as séries favoritas do público (desenhos animados ou seriados), em televisores ou telões.

- Shows de bandas: A música também tem espaço no Anibahia. Bandas que tocam temas de animês, seriados e até pop-rock japonês são destaque no evento.

Expectativa de Público da edição 2010

A expectativa de público para o Anibahia 2010 é de 10.000 mil pessoas para os dois dias de evento, sendo o domingo o dia mais movimentado atingindo 55% do público total. O público, na sua grande maioria jovem, varia entre 08 e 28 anos e com uma crescente participação dos pais e demais familiares.

A empresa Yamato Corporation

A Yamato Corporation atua no mercado há 16 anos, sendo uma empresa forte e respeitada em seus diversos segmentos. A divisão Yamato Comunicações e Eventos é recente, atua no mercado há três anos e possui como foco principal a realização de eventos voltados para cultura e entretenimento geral.

Atualmente, em seu histórico constam eventos temáticos à cultura japonesa, mais precisamente o animê (desenhos animados japoneses) e o mangá (revistas em quadrinhos japonesas). Porém, no decorrer da produção dos mesmos, foram-se acoplando novas atividades como o RPG (Role Playing Game) e Games (jogos eletrônicos).

A Yamato acredita em diversão de qualidade para os jovens, motivo pelo qual proíbe o consumo de bebidas alcoólicas, fumo ou comercialização de jogos eletrônicos piratas em seus eventos. Este último faz parte de uma iniciativa da Yamato Corporation em fortalecer o mercado incipiente de entretenimento eletrônico brasileiro, gravemente prejudicado pelas cópias piratas.

Serviço: Anibahia 2010


Dias: 04 e 05 de Dezembro de 2010
Horário: 11h às 19h
Preços: R$ 10 (antecipado) e R$ 15,00 (na porta do evento)
Local: Colégio e Faculdade 2 de Julho
Endereço: Avenida Leovigildo Figueiras, 81
Garcia - Salvador (Bahia)

Fonte: Rádio Animix


O amor é lindo...

30 de jun. de 2010



Pega essa meninona intão..kkkkkkkkkkkkk

Gorda Fazendo o Que…?

11 de jun. de 2010

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Tentando fazer algo que nao foi feita pra fazer...8D auhhuaiuhauihuahiuhuaiiauia

Fonte: Ñ.intendo

Anunciado o 5º OAD de Kiss×Sis

8 de jun. de 2010

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Ao que parece, a série OAD (Original Animation Disk) de Kiss×Sis  está longe de acabar. No final do terceiro episódio recentemente lançado no Japão, havia uma confirmação do lançamento do próximo OAD para o dia 22 de novembro juntamente com o 7º volume do mangá.

O novo OAD virá com o 4º episódio da série, sendo que ele é considerado o 5º, já que a série teve um episódio número zero, e esse novo episódio irá se passar no ousen (sauna natural).

Kiss×Sis conta a história de Keita Suminoe, um jovem estudante que vive situações inusitadas com suas irmãs gêmeas, Ako e Riko, que por serem apaixonadas por ele, tentam seduzi-lo a qualquer custo. Essa situação perturba bastante o Keita, que no fundo carrega os mesmos sentimentos pelas duas irmãs.

O mangá é escrito e ilustrado por Jitama Bou, o mesmo autor dos títulos Mahoromatic e Juuden-chan. Lembrando que um OAD é o mesmo que um OVA, sendo que, há diferenças na sua disponibilização. O OAD deve ser vendido obrigatoriamente junto com o mangá e por tempo indeterminano, porém, o artigo não é bônus e para adquirir o comprador deve efetuar uma reserva alguns meses antes de seu lançamento.

Fonte: Anime Blade

Kimi ni Todoke invadindo o mercado japonês

18 de mai. de 2010

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A série Kimi ni Todoke, da autora Karuho Shiina, invadiu o mundo dos animes/mangás não somente do Japão, mas EUA e também Brasil.


 


A história de amor entre os colegiais Kuronuma Sawako e Shouta Kazehaya conquistou os amantes do estilo shoujo, ganhando cada vez mais popularidade depois do anúncio da produção de seu Live Action.


 


A partir do dia 11 de junho, produtos de Kimi no Todoke começarão a ser vendidos no Japão. Serão lançados o primeiro fanbook e o volume #11 em duas edições (normal e limitada, que conta com um DVD do anime, com o episódio 16). Além disso, prêmios especiais serão sorteados na edição de junho da revista Betuma, como uma bolsa escolar dos protagonistas, marmitas e livros autografados.


 


No dia 13 haverá uma sessão de autógrafos com a autora, e nos dias 12 a 17 uma exposição sobre a série na cidade de Hokkaido.


 


Fonte: Shoujo Desu 

Novo OVA de Da Capo será lançado com o jogo para PSP











Lançamento confirmado pela Circus, o novo OVA da série D.C. ~Da Capo~ está previsto para ser lançado como parte da edição de platina do game D.C. I & II P.S.P., que inclui os dois games da série para o portátil da Sony.

Quanto ao OVA, a informação divulgada é que será uma nova animação totalmente supervisionada pela Circus. Porém, existia um projeto de anime denominado Mahou Shoujo Sakura, o qual abordava as aventuras de Yoshino Sakura como mahou shoujo, há certa especulação de que o OVA poderia se tratar desse projeto posto em prática.

O lançamento da edição de platina, junto a diversos itens para colecionadores já tem data definida, será dia 28 de outubro somente pelo site da Circus, custando aproximadamente US$ 300, e mais um detalhe, o OVA será disponibilizado em Blu-ray.

Fonte: Anime Blade






Novidades sobre o novo Code Geass

26 de abr. de 2010

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O DVD Kiseki no Birthday trouxe muitas novidades para os fãs do anime Code Geass, dentre elas um novo detalhe a respeito na nova série.

O novo segmento do anime será intitulado Code Geass GAIDEN – Boukoku no Akito, algo como Akito do país destruído. A direção está por conta de Akane Kazuki, que dirigiu também os conhecidos Escaflowne e Noein, com o roteiro de Morita Shigeru, o mesmo roteirista de Seikon no Qwaser e Dragonaut.

A história se passa na Europa, no ano 2017, um pouco antes do R2. O foco da trama será sobre uma pequena tropa de Nightmare, formada por adolescentes do Eleven, que entram para o campo de batalha europeu com uma missão quase suicida para pôr em prática: resgatar um aliado, sendo que a chance de conclusão não passa de meros 5%.

O preview incluso no DVD não divulgou ilustrações de personagens novos. É provável que, por se tratar de um complemento para o enredo da série (GAIDEN), seja um OVA, e não uma série televisiva como é esperado.


Fonte: Anime Blade

É anunciado o fim para Gintama e Inuyasha

6 de abr. de 2010

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 inu


Do famoso estúdio Sunrise, os animes Gintama e Inuyasha estão com seus fins próximos. Os últimos episódios das duas séries estão previstos para o final deste mês.

Ao invés de produzir fillers para Gintama, o estúdio resolveu dar uma pausa no anime, que está se aproximando muito do mangá, deixando seus fãs mais aliviados sabendo da futura continuação.

Inuyasha – The Final Act será finalizado dia 29 de março, dando uma conclusão ao anime que deixou de ser produzido por quatro anos e que voltou com tudo em 2010, sendo finalizado este mês.

Fonte: ANMTV